O Tabajara Futebol Clube é uma agremiação do município de Xanxerê, localizado no oeste do estado de Santa Catarina, a 508 km da capital, Florianópolis. Conta com uma população de 51.607 habitantes, segundo o Censo do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2022.
O “Auriverde xanxerense” foi Fundado na quinta-feira, do dia 21 de abril de 1949, inscrito no CNPJ sob nº 82.854.761/0001-75. A sua Sede social está situada na Rua Nereu Ramos, s/n, no Centro de Xanxerê/SC.
O Tabajara foi declarado Utilidade Pública, no dia 04 de dezembro de 2007, pelo projeto de lei ordinária nº 16/2007, votado pelos vereadores do município e assinado pelo Prefeito Bruno Linhares Bortoluzzi.
O Tabajara Futebol Clube é o 1º e um dos mais tradicionais times de futebol amador da história do município, fundado em 21 de abril de 1949, quando a região ainda era um distrito de Chapecó/SC.
Escudo publicado pela Revista Placar em 1974
A sua Praça de Esportes é conhecida historicamente como Tabajário, o local contava antigamente com uma estrutura fechada de tábuas e cabine de rádio, tendo sido modernizado com campo de grama sintética.
O clube mantém uma Escolinha de Futebol, onde desenvolve um projeto social ativo que atende dezenas de crianças e jovens da região. A meta é o treinamento esportivo foca na disciplina, fundamentos do esporte e no acompanhamento do desempenho escolar dos alunos para a formação de cidadãos.
Foto da década de 70
ARTE:desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello
FONTES:Câmara de Xanxerê/SC – Revista Placar – Canal Ideal
O Riachuelo Football Club, da Marinha de Guerra foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A sua Sede ficava no Arsenal da Marinha, na Praça Barão de Ladário, s/n, naIlha das Cobras, no Centro do Rio (RJ). Na década de 30, as reuniões eram realizadas na Sede do Mauá F.C., situado na Rua Sacadura Cabral, nº 95, no bairro da Saúde, na Zona Portuária do Rio/RJ.
O “Auriverde Riachuelense” foi Fundado na quinta-feira, do dia 14 de dezembro de 1911, por um grupo de destemidos marinheiros, que não obstante obstáculos conseguiram à custa de esforços tirar do papel a ideia de criar uma nova agremiação.
Apesar de ser um clube modesto, a exatos 16 anos depois da sua fundação, o Riachuelo já contava com mais de 600 sócios. Além do futebol também contava com uma equipe de Ping-Pong(Tênis de Mesa) e Water-Polo(Polo Aquático).
Os treinos de futebol, na sua maioria, eram realizados no campo do Fortaleza. No futebol, o Riachuelo realizou diversos jogos contra os grandes times dos anos 20, sendo amistosos, jogos treinos ou meros treinos.
Escudo de 1927
Diretoria eleita da 1927
No sábado, às 15h12min., do dia 31 de dezembro de 1927, perante grande número de associados foi empossada a nova diretoria do Riachuelo Football Club, assim constituída:
Presidente –Octavio Dias;
Vice-presidente –Manoel Hyppolito de Oliveira;
1° Secretário –Adelio Rego;
2° Secretário –Jorge Romero de Souza;
Thesoureiro –José Teixeira Barbosa;
1º Procurador –Josino Antunes Martins;
2º Procurador –Sylvio Peçanha;
Captain Geral –David F. Lima.
Entre troféus e medalhas mais de 100
Em 1927, o Riachuelo F. C. possuía cerca de 70 troféus e um brasão com 60 medalhas pertencentes aos seus associados, ganhas em diversos esportes, tais como: Futebol, basquete, water-polo, voleibol, ping-pong, natação, regatas, dominó, corridas, saltos, etc.
Os componentes da esquadra principal de football eram: China, Oswaldo, Medina, Bahianinho, Peçanha, Toppel, Eugenio, Eurydes, Agenor, Nunes, Chimango, Cardoso, Petis, Alexandre, Monteiro, Catita, Noite, Castorino e Naval.
Foto divulgada no jornal Rio Sportivo (RJ), no dia 24 de janeiro de 1927
Troféu Comandante Sarrat
No sábado, do dia 03 de dezembro de 1927, o Riachuelo derrotou o seu coirmão Villegagnon F. C. pelo score de 1 a 0. O gol da vitória foi assinalado pelo seu antigo e incansável amador Agenor, ganhando desta forma a taça denominada “Comandante Sarrat”.
O teamestava assim constituído: China; Bahianinho e Medina-Oswaldo; Eugenio, Toppel e Agenor; Catita, Petiz, Nunes, Monteiro e Noite.
No domingo seguinte, o Riachuelo conquistou mais um troféu no campo do America Suburbano, vencendo com o seu Team B, um combinado, por 3 a 0, sendo os pontos feitos pelos players Alexandre e Aragão. Eis o team: Paiva; Sylvio e Ormindo; Eurydes, Apparício e Gonçalves- Wamburck; Hugo, Alexandre, Noronha, Lauriano, Aragão e Naval.
Riachuelo enfrentou o Atlético Mineiro
O jornal A Batalha, fez uma bela reportagem sobre a excursão do Riachuelo Football Club, na capital de Minas Gerais, para realizar dois amistosos contra o Combinado Mineiro no 1º jogo e depois diante do Clube Atlético Mineiro, na segunda e última partida. Abaixo, a matéria na íntegra:
– Belo Horizonte, cidade mineira por excelência, possuidora de um povo hospitaleiro, com um clima tão benéfico quanto salutar, teve, por iniciativa do Palmeiras F. C., a felicidade de agasalhar por alguns dias uma plêiade de denodados players que com galhardia representaram a nossa Marinha de Guerra.
Esta plêiade foi a do Riachuelo F. C., club que pelas suas tradições sabe honrar o bom nome e grande fama do association nas corporações militares, onde a Marinha é bem conceituada.
Não podíamos deixar desapercebido nem passarmos sem comentar aqui nas nossas colunas, o que de facto vimos na bela cidade mineira por ocasião dos interestaduais formados pelo valoroso grêmio dos marujos.
Como diz no subtítulo desta nota “O club da Marinha perdeu na bola, mas, venceu na disciplina“. Foi o percebemos desde que pisou ao solo belo-horizontino.
Em todas as oportunidades os defensores do club verde amarelo deram provas da sua educação sportiva. Souberam vencer como melhor souberam perder. Enfrentaram os seus coirmãos mineiros com uma lealdade sem qualificativos.
Em duas partidas de football que tiveram, fugiu-lhes a sorte e perderam, sendo que na última o score foi elevadíssimo, mesmo assim, em nada lhes preocupou o score, pois deixaram o gramado com o mesmo sorriso que entraram.
Assim, podem es “riachuelenses” se envaidecerem e gritarem a viva voz que são as verdadeiros compreendedores da educação esportiva.
UM LIGEIRO REPARO
Também não podíamos passar sem deixar nesta coluna o nosso protesto aos colegas de Belo Horizonte, que se estenderam em demasia nas suas propagandas chegando ao ponto de chamar os “riachuelenses” de representantes oficiais do association da Marinha, coisa inteiramente diversa e podemos garantir que a embaixada de marujos que pisou em Belo Horizonte, foi o Riachuelo F. C., club de uma organização perfeita, e capaz de qualquer missão sportiva.
1º JOGO: RIACHUELO X SCRATCH MINEIRO
No domingo, do dia 08 de fevereiro de 1931, o Scratch Mineiro venceu o Riachuelo pelo marcador de 3 tentos a 1. Neste jogo teve como juiz o nosso colega Waldemar Silva(RJ), cuja atuação foi regular, sendo substituído no 2º tempo, conforme combinação previa entre os diretores do Riachuelo e Palmeiras pelo sr. Donorte André(MG). Teve início esta partida às 16 horas, com os quadros assim organizados:
Scratch Mineiro:Armando; Pedercin e Tayan; Virgílio, Brant e Nininho; Piorra, Ninão, Satyro, Chaffyr e Cunha.
Riachuelo F. C.:Ovidio; Fraga e Varella; Rita, Chaves e Eugenio; Pará, Zé Luiz, Carioca, Aragão e Ribeiro. Técnico: Paulo Francisco.
Primeiro Tempo
Transcorreu o 1º tempo com ataques recíprocos sem nenhuma técnica, pois para isto corroborou o estado do campo que era péssimo. Aos 7 minutos de jogo, Cunha marca 1º gol para o Scratch mineiro, para as 16h40min., terminar a etapa inicial com o score de em favor dos mineiros.
Segundo tempo
Às 17 horas com o juizDonorte deu início a etapa final. Neste tempo, os mineiros souberam impor diante aos marujos que foram impotentes para conter os ataques, e desta forma não evitaram que Nininho e Chaffyr conquistassem dois gols para os seus, enquanto Carioca conquistava único tento para o Riachuelo F.C.
Sem mais interesse terminou encontro às 17h40min., com a vitória do Scratch Mineiro por 3 x 1.
Houve uma preliminar entre o Calafate e Guarany em que saiu vencedor o quadro do Guarany por 2 x 1.
2º JOGO: RIACHUELO X ATHLETICO MINEIRO
Na quarta-feira, às 21h40min., do dia 11 de fevereiro de 1931, ocorreu o segundo amistoso interestadual foi entre o Riachuelo F. C.versusClub Athletico Mineiro, à noite, no Stadium Antônio Carlos(Estadinho da Colina), no bairro de Lourdes, em Belo Horizonte/MG.
No final, o ‘Galão da Massa’ goleou pelo placar de 8 a 0. Como a exemplo do 1º jogo teve partida os mesmos juízes srs. Waldemar Silva (RJ) e Donorto André (MG), apitando cada, um tempo. Os quadros para este encontro formaram assim:
ATHLETICO:Armando; Ewandro e Binga; Cordeiro, Brant e Mário Gomes; Naná, Said, Orlando Vaz, Chaffyr e Cunha. Técnico: Ivo Mello.
RIACHUELO:Ovídio; Fraga e Authemio; Eugenio, Ritta (depols Toppel) e Chaves; Louveira, Zé Luiz, Carioca, Aragão e Esquerdinha.Técnico: Paulo Francisco.
Primeiro Tempo
No 1º tempo deste jogo teve início às 21h40min. Logo de início os atleticanos se aproveitaram da sua superioridade e conquistaram cinco gols por Intermédio de Naná e Brant(dois tentos cada); Authenio, marcando um tento contra, terminando a etapa inicial às 22h23min., com o score de 5 x 0, em favor de Minas.
Segundo tempo
Foi dado o início pelos “riachuelenses” às 22h45min., e aos 15 minutos de jogo Cunha aumentou o score em favor dos seus. Mais 15 minuto Orlando Vaz fez o 7º gol. Às 23h21min., Naná recebendo em visível off-sid (impedimento) um passe do Said fechou a contagem dos seus, marcando o 8º gol. Mais quatro minutos de jogo terminou o grande encontro que teve como vencedor os atleticanos pelo score de 8 x 0.
Na preliminar, entre o Fluminense x C. Prates, saiu vencedor o quadro do Fluminense por 1 x 0, goal conquistado por Carlinhos, de pênalti.
O REGRESSO DOS RIACHUELENSES
Chegaram a esta cidade de regresso de Belo Horizonte, na quarta-feira, dia 11 de fevereiro de 1931, às 24 horas, a embaixada do Riachuelo F. C. Fizeram uma viagem excelente.
Algumas formações:
Time base de 1926:China; Alpino (Castorino) e Danton (Oswaldo); Cardoso (Fausto), Toppel e Affonso (André); Chimango, Nunes (Paiva), Hugo, Petiz e Agenor. Reservas: Nahor, Alexandre, Flores, Eugênio e Peçanha.
Time base de 1927:China; Bahianinho e Medina-Oswaldo; Eugenio, Toppel e Agenor; Catita, Petiz, Nunes, Monteiro e Noite.
Time base de 1931:Ovidio; Fraga e Authemio; Eugenio, Ritta (Toppel) e Chaves; Louveira, Zé Luiz, Carioca, Aragão e Esquerdinha. Reservas: Varela, Antônio, Pimentel, Bomfim, Paiva, Pará, Christiano, Vacca, Tartaruga, Faísca, Sylvio, Levi, Caboclo, Mãozinha, Mendes, Paranhos, Hippolyto, Gonçalves e Galeguinho.
ARTE:desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello
FONTES:A Batalha (RJ) –A Manhã (RJ) –A Noite (RJ) – A Rua: Semanario Illustrado (RJ) – Diário de Notícias (RJ) – Jornal dos Sports (RJ) –O Imparcial (RJ) – Rio Sportivo (RJ)
O Tubarão Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Tubarão, situado no Sul a 133 km da capital (Florianópolis) do estado de Santa Catarina, conta com uma população de 117.924 habitantes, segundo os dados divulgados pelo IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2026.
Breve história
A sua Sede social ficava localizado na Rua dos Ferroviários, s/n, no Bairro Oficinas, em Tubarão/SC. O “Peixão Tricolor” foi Fundado na segunda-feira, do dia 25 de Maio de 1992, através da iniciativa de um grupo de empresários e ex-diretores dos rivais Hercílio Luz Futebol Clube e Esporte Clube Ferroviário, rubro-negro do bairro de Oficinas, campeão catarinense nos anos 70, ocupando o lugar do já inativo clube da Vila dos Ferroviários, no coração daqueles torcedores.
O objetivo deste fervoroso grupo, amantes do futebol, era de formar um Clube, uma equipe forte para melhor representar o futebol de Tubarão e toda região da AMUREL (Associação Municípios Região de Laguna). O Conselho Deliberativo foi formado por cem sócios comandados por abnegados como:
Evaristo Niehues, Roberto Tournier, Rui Acácio Lima, Antônio Carlos Vieira, José Mauri Albino, Ângelo Zabot, Alberto Botega, Valmor da Silva Jr., Antônio João Paes, Riberto Lima, Pedro Almeida, Ângelo Augusto Nogared, Fernando Genovez Filho, Márcio Anselmo Ribeiro, José Antônio Botega, entre outros.
Várias reuniões se realizaram entre os componentes do grupo, e no sábado, do dia 2 de maio de 1992, tendo por local o sitio do sr. Rui Lima, nascia o Tubarão Futebol Clube, sendo fixada a data de 25 de maio de 1992, para a fundação da agremiação. As cores escolhidas foram o azul, branco e preto.
Primeira Diretoria
Nesta data, às 20 horas e 30 minutos, em solenidade realizada no Clube Cidade Luz, com a presença da comunidade, autoridades e desportistas, onde foi empossada a 1ª Diretoria executiva, que foi assim constituída:
Presidente – Evaristo Niehues;
Vice-presidente Administrativo – Alberto Botega;
Vice-presidente Patrimonio – Fernando Genovez Filho;
Vice-presidente de Futebol – Alberto Botega/Ângelo Zabot;
Vice-presidente Finanças – Rui Acácio Lima;
Vice-presidente Social – Valério Rampinelli;
Presidente Conselho Deliberativo – Antônio Olivio Benedet.
Primeiro jogo
A primeira partida do Tubarão F.C., foi contra o Interacional de Porto Alegre, em jogo amistoso e que terminou com vitória do Colorado gaúcho pelo placar de 1 a 0.
Foto de Kraemer na sua passagem pelo Vasco da Gama (RJ)
Kraemer foi o maior goleador da história
O maior artilheiro da história do Peixe, é o ponteiro Kraemer, que em dois anos e meio de clube, já marcou 38 gols, entre partidas oficiais e amistosas. Natural de Santa Maria (RS), Jefferson Kraemer Gauto, ou simplesmente ‘Kraemer’, nasceu na quinta-feira, do dia 03 de março de 1966. Atuava como ponta direita. Vindo do Clube de Regatas Vasco da Gama, em 1991, jogou no Tubarão entre os anos de 1992 a 1997.
Direção de 1995
Em 1995, diretoria executiva era formada pelos seguintes membros:
Presidente de Honra – Rui Lima; Presidente – Evaristo Niehues;
Presidente do Conselho Deliberativo – Ângelo Antônio Zabot;
Diretoria de Imprensa e Relações Públicas – Hélio Salvador e Valmor da Silva Jr.
Técnico Comissão Técnica de 1995
Técnico e gerente de futebol – Adelardo Madalena (Ladinho), natural de Tubarão/SC;
Preparador físico – Gonzaga de Souza (prof. Gonzaga), natural de São José/SC;
Supervisor – Nivaldo Elizeu Martins (Nivaldo), natural de Braço do Norte/SC;
Massagista – Edson Luiz Espindola (Ratinho);
Roupeiro – Mendonça Luz (Pardal);
Massagista –Eduardo Perez Filho (Seu Perez), colaborador do Tubarão F.C.
Clube obteve cessão para mandar os seus jogos no estádio Anibal Torres Costa
No final do ano de 1995, diretores do Hercílio Luz Futebol Clube e do Tubarão Futebol Clube assinam um contrato cessão do estádio Anibal Torres Costa que passa a ser utilizado pelo Tubarão Futebol Clube.
Dessa forma o Tubarão F.C. passou a ser uma grande força no esporte catarinense sendo o 1º clube a ter dois estádios e um ginásio. O estádio Anibal Torres Costa, cedido ao Tubarão F.C e de propriedade Hercílio Luz, para mandar seus jogos profissionais e o estádio Olímpico Domingos Silveira Gonzáles e o Ginásio José Warmuth Teixeira para suas categorias de base e lazer dos associados.
O aumento significativo no número de torcedores nos jogos trouxe um novo espírito ao futebol da cidade de Tubarão. O clube competiu em campeonatos brasileiros, estaduais, na Copa Sul e na Copa Sul-Minas (terminando na 5ª posição).
Tubarão foi Bi vice Estadual
O “Peixão Tricolor” conquistou dois vice-campeonatos estaduais seguidos, em 1997 e 1998. Aliás, um marco notável ocorreu em 1998, quando o Tubarão Futebol Clube foi vice-campeão catarinense, em partida marcada por polêmica arbitragem de Luiz Orlando de Souza, que anulou um gol legítimo no final do jogo diante do Criciúma, ficando no empate em 0 a 0, no estádio Heriberto Hülse.
Campeão da Copa Santa Catarina de 1998
Ainda em 1998, o peixe venceu o Criciúma Esporte Clube na Copa Santa Catarina, conquistando seu maior título até então. No segundo semestre, aconteceu novamente uma final entre Tubarão Futebol Clube e Criciúma Esporte Clube no mesmo estádio Heriberto Hülse.
O Tubarão foi novamente decidir o título com uma equipe na maioria de juniores e o Criciúma com sua equipe titular. No final, melhor para o Tubarão que venceu por 2 a 1. Maior título do Peixe!
No ano seguinte (1999), o Tubarão Futebol Clube deveria ter representado Santa Catarina na Copa do Brasil, mas foi escolhido o Figueirense, devido a uma nova norma criada pelo então presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim de Pádua Peixoto.
Participações em âmbito nacional
Em 2001, o clube alcançou sua melhor posição no Campeonato Brasileiro da Série C, terminando em 6º lugar, um feito inédito na região da AMUREL. Em 2002, participou pela primeira vez na Copa Sul-Minas, destacando-se como o melhor clube catarinense na história desse torneio.
Em 2003, devido a problemas financeiros e disputas com o Hercílio Luz Futebol Clube, o Tubarão Futebol Clube deixou de utilizar o Estádio Aníbal Torres Costa.
Em abril de 2005, o clube tomou a difícil decisão de se licenciar do futebol profissional devido a questões financeiras, deixando de competir na primeira divisão do Campeonato Catarinense nos anos seguintes. Vale ressaltar que não existe relação com o Clube Atlético Tubarão.
ARTE: Desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello
Colaborou: Adeilton Alves
FOTOS: Paulo Wrencher, fotógrafodo Jornal dos Sports (RJ) – Jornal da Cidade (SC) – Diário do Sul (SC)
FONTES: ND+ – Jornal de Laguna (SC) – Prefeitura de Tubarão
Confronto entre Yale Athletic Club versus Morro Velho Athletic Club
No sábado, do dia 15 de julho de 1911, o jornal Minas Geraes publicou uma reportagem sobre o jogo amistoso entre as equipes do Yale Athletic Club”, de Belo Horizonte/MG e o Morro Velho Athletic Club, de Nova Lima/MG.
Naquele momento o futebol ainda estava engatinhando no futebol brasileiro, sobretudo no desporto mineiro. O texto em si, já deflagava que o futebol ainda não tinha o seu linguajar, que hoje conhecemos. Leia o texto na íntegra:
“Bello Horizonte vai assistir a uma festa que, além de nova no gênero, será uma prova de quanto está progredindo a nossa Capital, que acompanha, de modo o mais brilhante, o movimento evolutivo dos Estados mais cultos do país.
Queremos falar dos grandes progressos entre nós realizados na educação física da mocidade mineira, pela cultura inteligente que aqui se tem feito dos esportes mais recomendados na Europa e Norte America. As primeiras iniciativas em prol dessa educação, em nossa cidade, não faziam supor, há bem pouco ainda, que tanto já se tivesse caminhado no sentido de orientação tão útil e pratica, por parte da nossa mocidade.
A festa, que vae ser uma revelação magnifica para a nossa sociedade, é organizada pelos simpáticos e valentes “foot-ballers” (jogadores de futebol) do “Yale Athletic Club”, que é a sociedade formada dos melhores elementos esportivos desta Capital, agora congregados sob a denominação de um dos centros mais celebres de “football” americano.
Constará de um “match” entre esse e o “Morro Velho Athletic Club”, composto de jogadores de grande reputação no meio esportivo da Inglaterra. Esse team, que é esperado hoje, á noite, pelo noturno, compõe-se dos seguintes nomes, com a indicação dos clubs ingleses a que já pertenceram:
Goal – T. Shaw, do club inglês; “Crewe” (tripulação) – backs –R. Smith, do “Broadheath”, e F. Smith, do “South Shields”; hulves – H. Lowes, do “Newcastle”, I. Gent, do “Truro College”, H. Clemence, idem; forwards – C. W. Mayo, do “Bishop Auckland”, H. Armstrong, do “Liverpool College”, R. Mayo, do “Bishop Auckland”, F. Owen, do “Wingate”, e J. Tharlaway, idem.
Referee (árbitro) –E. S. Lowes. Os “foot-bailers” horizontinos, todos eles jovens e entusiastas apaixonados do esporte, já provados em mais de uma refrega, constituem o team abaixo:
Goal –J. E. Ferreira; backs – F. Netto e A. Nogueira; haves –0. Penna, P. Ferreira, C. Bar; forwards – Leopoldo, J. Morette, A. Holley, J. L. Moretzhon e Romulo. Ginesmen –Eduardo Santos e Nullo Savini”.
Morro Velho vence o duelo e fica com a Taça Viserpa
No domingo, do dia 16 de julho de 1911, o jornal Minas Geraes contou a história da peleja:
“Não nos enganamos quando previmos que o grande “match” de “foot-balls” entre os “teams” desta Capital (Yale Athletic Club) e de Morro Velho ia ser uma festa nova e brilhante para Bello Horizonte, que nela teria uma prova bem eloquentede quanto se tem já progredido aqui, em relação à boa causa da educação physica da mocidade mineira.
Na partida, valentemente disputada durante uma hora, que foi toda cheia de lances esportivos os mais emocionantes, os nossos “foot-ballers” confirmaram galhardamente a nossa opinião sobre o que ia ser a sua luta com os hábeis jogadores de Morro Velho, todos de reputação já feita em clubs ingleses de nomeada universal.
A festa despertou vivo interesse e simpatia em nosso meio, afluindo ao “ground” da Avenida Paraopeba um público tão numeroso como ainda não vimos em qualquer outra diversão realizada nesta Capital.
As arquibancadas de campo, lindamente ornamentadas de escudos e bandeiras, estavam repletas de famílias e cavalheiros da nossa melhor sociedade, notando-se ainda ao longo da avenida, fora do recinto, uma grande aglomeração de populares, que acompanharam, cheios de entusiasmo, as peripécias da luta, aplaudindo, em delírio, os valentes “foot-ballers”, a cada golpe de mestre vibrado por algum dos jogadores.
Assistiam, de camarotes especiais, o dr. Júlio Bueno Brandão Filho e o tenente-coronel Vieira Christo, representando o exm. sr. Presidente do Estado, o dr. Olyntho Meirelles, prefeito da Capital e os representantes dos Secretários do Governo.
Notava-se também a presença de grande número de famílias inglesas, vindas do Morro Velho, especialmente para assistir ao grande “match” de anteontem. Na defesa e no ataque, ambos os clubes se mostraram conhecedores perfeitos do “football”, sustentando uma luta encarniçada de 1 hora sem que se pudesse prever a qual deles caberia o triunfo.
Só nos últimos momentos da partida, conseguiram os ingleses, com grande esforço, levar vantagem sobre os adversários, conquistando a vitória por 1 goal a 0.
Ao Morro Velho Athletic Club foi feita, em seguida, pelo sr. dr. Júlio Bueno Brandão Filho, representante do exm. sr. Presidente do Estado, a entrega da belíssima taça “Viserpa”, destinada pelos intrépidos “foot-ballers” horizontinos ao “team” vencedor.
Nessa ocasião, o povo aplaudiu entusiasticamente os jogadores do Morro Velho. A taça, que é um finíssimo trabalho em prata, tem aquela denominação em homenagem à memória do acadêmicoVictor Serpa, o brilhante poeta e jornalista que foi o fundador do footballem Bello Horizonte.
ARTE: desenhos dos escudos e uniformes – Sérgio Mello
O Castelo Futebol Clube é uma agremiação do município de Castelo, que fica região sul capixaba, na bacia hidrográfica do rio Itapemirim, aproximadamente 148 km da capital Vitória, no estado do Espirito Santo. A localidade conta com uma população de 36.930 habitantes, segundo o Censo do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2022.
O “Alvinegro da Terra do Café” foi Fundado na quarta-feira, do dia 1° de Janeiro de 1930, por Luiz Nemer, substituindo o nome de Sport Clube Alfaiate. Em 1955, o clube foi reconhecido como uma entidade jurídica de direito privado de “Real Utilidade Pública”, pelos “relevantes serviços prestados à educação cívica, física, moral e social da mocidade castelense”, de acordo com a Lei Municipal n° 140/1955.
O clube manda seus jogos no mesmo município, no Estádio Emílio Nemer, com capacidade para 2 mil pessoas, que foi construído pelo próprio homenageado, Emílio Nemer, fica localizado na Rua José Alves Rangel, nº 331, no Centro / São Miguel, em Castelo (ES).
A 1ª partida do time castelense marcou um episódio inusitado. A equipe foi jogar fora de casa, porém o veículo que transportava os atletas teve problemas técnicos, o que fez com que os jogadores seguissem a pé até o campo de jogo.
Por isso, apenas oito jogadores estavam no time no apito inicial, alguns até com as chuteiras trocadas. Mas mesmo em desvantagem numérica, o Castelo conseguiu abrir o placar. Porém, quando todos os demais jogadores chegaram e completaram a equipe, os adversários viraram para 2 a 1.
O Castelo tem um título profissional em sua galeria, o do Campeonato Capixaba Série B de 1988, conquistado diante do Muniz Freire Futebol Clube, com duas vitórias, por 2 a 0 e 3 a 2.
Em 1995 o Castelo disputou o Campeonato Capixaba pela última vez e entrou em inatividade. Em 2001 o Castelo voltou a jogar profissionalmente, pela Segunda Divisão Capixaba, ficando em último lugar. No ano seguinte, em 2002, a equipe terminou a competição em quarto lugar e não conseguiu o retorno para à elite do futebol capixaba.
Foto do Estadual de 1978: Estrela do Norte versus Castelo F.C.
De 2002 até 2010 o Castelo só disputou competições nas categorias de base. Em 2011, voltou a cena do futebol profissional, disputando o Campeonato Capixaba da 2ª Divisão.
Em 2013, consegue ir para a final do Segunda Divisão e garante o seu acesso à Primeira Divisão do ano seguinte. A melhor participação no Campeonato Capixaba da 1ª Divisão foi em 2014, quando terminou na 4ª posição, após cair na fase semifinal para o Linhares.
Entretanto, no ano seguinte, o Castelo não repetiu o feito e acabou rebaixado. No Estadual da Série B de 2016, terminou a primeira fase na 3ª colocação, avançando para as semifinais diante do Vitória (ES). Contudo, acabou eliminado e, consequentemente, não conseguiu o acesso à Série A.
Na Segundona de 2017, o Castelo classifica-se às semifinais com uma rodada de antecipação. Como no ano anterior, o clube é eliminado novamente nas semifinais, agora pelo Rio Branco de Venda Nova, e não consegue o acesso à Série A.
Em 2018, no Estadual da Série B, o Castelo na penúltima rodada da fase preliminar, acabou goleado por 5 a 1 pelo Aracruz. Mesmo com a derrota classifica-se às semifinais. Porém, o Castelo foi eliminado pelo Rio Branco-ES e pelo terceiro ano seguido fica de fora da disputa pelo acesso à Série A. Porém em novembro de 2018, após desistência do Espírito Santo na participação no Capixabão de 2019 e a recusa do Aracruz, terceiro colocado, o “Alvinegro da Terra do Café”, quarto colocado, assume a vaga e retorna à elite após três anos.
O time castelense, porém, terminou como lanterna do Capixabão 2019, sendo novamente rebaixado para a Segunda Divisão do Estadual. No momento, o clube ainda tenta retornar à primeira divisão estadual.
Distintivo atual
HINO do Castelo F.C.
Salve o Clube mais querido
Alvinegro da Terra do Café!
Seu passado glorioso
De conquista triunfal!
Desde 1930,
Formando atleta e cidadão
Emílio Nemer patrono e fundador,
Emílio Nemer nosso Caldeirão!
Castelo Forte, Time guerreiro!
Castelense, de coração
Vamos todos torcer com alegria,
Amor, fé e paixão!
Castelo é tudo!
Castelo Orgulho!
Castelo é Tradição
Bola pra frente, vamos vencer
Castelo é Campeão!
ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello
FONTES: Redes sociais – Instagram do clube – Federação Capixaba de Futebol
Apesar da escassez de informações, vamos contar um breve resumo do Sport Club Luzitano. Foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A equipe “luzitanista” foi fundada no começo da década de 20. A sua Sede ficava localizado na Rua Portinho, nº 239; na década de 30, se mudou para Rua Lobo Junior, s/n; ambos na Circular da Penha, na Zona Norte do Rio (RJ).
Time base de 1921 (1º Team): Juvenal; Jorge e Felicio; Garcia, Lydio e Pereira; Horácio, Waldemar, Menezes, João e Carlos. Reservas: Avelino, Pedrinho e Jeremias. Capitão: Carlos.
Time base de 1921 (2º Team): Teixeira; Jorge e Avelino; Henrique, Jeremias e China; Waldetario, Francisco, João II, Melão e Pedrinho. Capitão: Avelino.
Time base de 1926: Hildebrando; Manezinho e Marujo; Americano, Reis e Alves; Adelino, Waldemar, Coelho, Neca e Lauro. Capitão: Hildebrando.
Time base de 1928 (1º Team): Paulino; Americo (Andrade) e Zé Maria (Alyrio); Antônio, Frederico e Mathias (Marques); Pedro, Mario (Mano), Nobrega, José (Bazilio) e Juvenal (Moacyr).
Time base de 1928 (2º Team): Carnaval (Pinto); João (Garcia) e Antônio (Leoni); Niguinho, Pistola e Albino; Valentino (João II), Dodô (Ary), Luiz (Alberto), Francisco (Gastão) e Irênio (Lobo).
Time base de 1929: Casanova; Henrique e Américo; Frederico, Juvenal e Albino; Sardinha, Antonico, João, Bazilio e Pedro. Capitão: Juvenal.
ARTE: Desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello
FONTES: Diário Carioca (RJ) – Jornal do Brasil (RJ) – Mundo Desportivo (RJ) – Rio Sportivo (RJ)
O Corintians Saltense Football Club foi uma agremiação da cidade de Salto, situado no Interior do estado de São Paulo. Com uma população de 141.989 habitantes, segundo o Censo de 2022, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), a localidade fica a 105 km da capital de São Paulo.
Fundado no sábado, do 12 de maio de 1928, principalmente por membros da família Ferrari. O clube, que também era chamado de Atlético Corintians Saltense, teve a sua curta duração na esfera do futebol amador de Saltos. O Corintians Saltense mandava seus jogos no campo que hoje abriga o Estádio Alcides Ferrari.
Naquela época, como não havia estrutura de alvenaria no estádio, a diretoria improvisou uma cerca de arame e pano com o auxílio da empresa Brasital. Isso, no entanto, não impedia que os pedestres acompanhassem os jogadores em ação diretamente da rua.
Amistosos
No amistoso realizado no domingo, 21 de setembro de 1930, Corintians Saltense e Associação Athletica Light e Power, da capital paulista, empataram em 1 a 1, no Estádio Alcides Ferrari, em Salto (SP).
No domingo, do dia 17 de maio de 1931, em partida amistosa, o Corintians Saltense venceu o Ypiranga Football Club, de Campinas, por 1 a 0, no Estádio Alcides Ferrari, em Salto (SP).
Corintians Saltense derrotou o Corinthians Paulista
Na tarde de domingo, às 16 horas, do dia 17 de abril de 1932, o Corintians Saltense derrotou o xará famoso: o Sport Club Corinthians Paulista, em amistoso, pelo placar de 2 a 1, no Estádio Alcides Ferrari, em Salto (SP).
Os gols da peleja foram assinalados por Zuza para o Timão no 1º tempo. Rubinato empatou aos 9 minutos e Orestes fez o tento da vitória aos 36 minutos do 2º tempo. A arbitragem ficou a cargo de Benedito do Amaral. Os times tiveram as seguintes formações:
Corintians Saltense: Sylvino; Sebastião, Mignoy, Adelino e Mosca; Magetta, Orestes, Villa e Garcia; Pauly e Rubinato.
Corinthians Paulista: Onça; Amador (Roberto), Juvenal, Parras e Osvaldo; Valão, Bonelli, Baianinho e Zuza (Mamede); Guimarães e Staffen. Técnico: José de Carlo.
Santos aplicou goleada histórica
Na tarde sábado, do dia 23 de dezembro de 1933, a delegação do Corintians Saltense seguiu de ônibus para a cidade de Santos, juntamente com um grande número de sócios, a fim de disputar uma partida amistosa com o Santos Futebol Clube, no domingo chuvoso, do dia 24 de dezembro de 1933, às 16 horas, na Vila Belmiro.
O mau tempo afugentou boa parte do público, porém quem esteve presente assistiu o Santos golear impiedosamente o Corintians Saltense por 9 a 0. O árbitro foi o sr. Edgard da Silva Marques.
Os gols foram assinalados por Raul aos seis e sete minutos; Maroim fez o 3º e 4º tentos aos 28 e 34 minutos, finalizando o 1º tempo com a vantagem santista de 4 a 0.
Na etapa final, logo aos 3 minutos, Lugu’ ampliou. Maroim aos 6 minutos, fez o sexto gol. Aos 25 minutos, Raul marcou mais um para o Santos. Aos 32 e 34 minutos, foi a vez de Mario dar números finais peleja.
Santos F.C.: Lovecchio; Arlindo e Garcia; Alfredo, Dino e Gloch; Victor, Mario Seixas, Raul, Lugu’e Maroim.
Corintians Saltense: Sylvino (Edison); Sebastião, Mugnai, Filipino (Americo), Barretto (Oswaldo) e Masetto; Luís (Rubinato), Mosca, Garcia, Paulyn e Romário.
Números da temporada de 1933
Até então, na temporada de 1933, foram 31 jogos, com 21 vitórias, cinco empates e cinco derrotas. Alguns resultados: Sãojoanense, de São João da Boa Vista (2 a 2); XV de Novembro, de Piracicaba (empate); Ponte Preta, de Campinas (4 a 1); Campinas, de Campinas (4 a 0); Corinthians, de Jundiahy (4 a 1); Botucatu (1 a 0).
Triunfo em cima do Guarani de Campinas
No domingo, do dia 04 de março de 1934, o Corinthians Saltense bateu o Guarany, de Campinas, em amistoso, pelo placar de 1 a 0. Gol da vitória foi assinalado pelo centroavante Garcia.
Taça Gessy
No domingo, do dia 12 de agosto de 1934, o Corintians Saltense, então campeão absoluto da Liga Regional Itú-Salto-Indaiatuba (ISI), ganhou por 3 a 2, do Guanabara Football Club, de Campinas, no Estádio Alcides Ferrari, em Salto (SP). Com o triunfo, a equipe de Saltos ficou de posse da linda Taça Gessy.
Filiação na APEA
No sábado, do dia 13 de fevereiro de 1932, o Corintians Saltense recebeu a confirmação da sua filiação junto a APEA(Associação Paulista de Esportes Atléticos).
Foi extinto em 1936
No domingo, do dia 29 de março de 1936, o clube se encontrava com dificuldades financeiras, e decidiu fazer uma fusão com outras duas equipes de Salto: Ypiranga Football Club(Fundado em 1927) e São Paulo Football Club (Fundado em 1934), dando origem ao Associação Atlética Saltense.
Colaborou: Moisés H G Cunha
ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello
FONTES: A Gazeta (SP) – Almanaque do Timão – A Tribuna (SP) – Correio de São Paulo (SP) – Correio Paulistano (SP) – Folha da Manhã (SP) – Página do Facebook “História de Salto/SP”
O Grêmio Sportivo Santa Sophia (G.S.S.S.) foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na quarta-feira, do dia 16 de fevereiro de 1927, por um grupo de desportistas liderados por Eduardo Magalhães, que escolheram as coresazul e branca.
A 1ª Sede ficava situado na Rua Gottemburgo, nº 51, no bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio (RJ). No fim de 1927, se mudou para a Sede na Rua Mello e Souza, s/n – bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio (RJ). O Presidente era José Ávilla Vianna, enquanto Eduardo Magalhães, era o presidente de honra.
Campanha invicta em 1927
O Grêmio Sportivo Santa Sophia se manteve invicta no ano de 1927: foram 26 jogos, com 21 vitórias e cinco empates; com 96 gols marcados, 32 tentos sofridos e um saldo positivo de 64 gols. Abaixo, a lista das partidas.
Santa Sophia
2
X
0
S. Club S. Christovão
Santa Sophia
3
X
2
Companhia Ferroviária
Santa Sophia
2
X
2
Barroso F. Club
Santa Sophia
2
X
2
Villa Luzitânia
Santa Sophia
2
X
2
Club Pontinha
Santa Sophia
3
X
0
Vênus F. Club
Santa Sophia
8
X
0
S. Última Hora
Santa Sophia
3
X
2
S. Suburbano
Santa Sophia
WO
X
–
Macau F. Club
Santa Sophia
0
X
0
C. Penna de Ouro
Santa Sophia
6
X
2
Floresta F. Club
Santa Sophia
3
X
0
S. C. Esther
Santa Sophia
6
X
1
A.C. Glorioso
Santa Sophia
4
X
0
C. Pedro Ivo
Santa Sophia
9
X
3
Maciel A. Club
Santa Sophia
5
X
1
A. Club Renovação
Santa Sophia
5
X
2
Itararé
Santa Sophia
2
X
1
Iberico F. Club
Santa Sophia
3
X
2
Vasco da Gama A. Club
Santa Sophia
4
X
3
Z Oito F. Club
Santa Sophia
6
X
0
A. C. Sotemburgo
Santa Sophia
3
X
0
Combinado 111
Santa Sophia
4
X
1
A. Club Maciel
Santa Sophia
2
X
2
Comp. Óleo Mineral
Santa Sophia
5
X
2
Custa Mas Vae
Santa Sophia
4
X
2
Mattoso
O HYMNO OFFICIAL
O hymno official do Grêmio Sportivo de Santa Sophia:
1ª parte
Salve! Grêmio Sportivo Santa Sophia Alvi-azul e formoso pendão! Salve!
Oh conjuncto de harmonia
Que inspiras amor e paixão.
São teus elementos valorosce,
No stadium, ao ar livre
A lutar
São teus teams
Poderosos
Sempre victorias
A conquistar.
2ª parte
A linha no centro
Vai o jogo
Começar
Nossa defeza
Não tem dias
P’ra jogar
Nossa torcida
Sempre firme
E valorosa
Põe a equipe
Adversaria
Em polvorosa
O nosso grêmio
Abate qualquer rival
É o melhor
Da capital
Quer chova multo
Quer faça sol
Sempre de Victoria
Nos sorri
No football
3ª parte
Salve Admiradoras
Do querido pavilhão
Graciosas torcedoras
Nois a formosa Visão
Das glórias todas
Pelo grêmio conquistadas
Salve! Lindas torcedoras
Lindas flores delicadas
Excursão à Valença
Na tarde de domingo, do dia 16 de outubro de 1927, enfrentou o Sport Club Valenciano. No dia anterior, a embaixada do Santa Sophia seguiu para Valença, com a seguinte constituição:
Presidente – Eduardo Magalhães;
Secretários – Theodorico de Castro e Gelson Aquino;
Thesoureiro – José Teixeira;
Directores technicos – Álvaro José Lopes e Miguel Grão.
Jogadores – Joaquim, Nicanor, Broa, Benedicto, Evaristo, Sacramento, Horácio, Amilak, Dodô, José Teixeira e Formiga.
Algumas formações:
Time base de 1927: Joaquim (Pão ou Salvador); Brôa (Chico ou Ignácio) e Bolão (Sophia, Toninho ou Nicanor); Judêval (Messias ou Benedicto), Evaristo (Anselmo ou Sacramento) e Castro (Toninho); Horácio (Lili ou Amilak), Annelárd (Nilo), Dodô (Lopes), Formiga (José Teixeira) e Benedicto (Bacalhau). Capitão: Chico.
Time base de 1928: Joaquim; Villa e Evaristo; Macedo, Teixeira e Bahiano; Lino, Formiga, Annibal, Dodô e Major. Reservas: Jonny e Vavá.
ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello
FOTOS: Rio Sportivo (RJ)
FONTES: A Rua: Semanário Illustrado (RJ) –O Jornal (RJ) – Jornal do Brasil (RJ) – Rio Sportivo (RJ)